Dominando a mãe da Aluna 4 - Dominadores Também Amam?
Dominando a mãe da Aluna Parte IV: Dominadores Também Amam?
Ao contrário das outras vezes, não perdi o contato com a mãe
da aluna, mantivemos uma intensa relação pautada em muito sexo e dominação,
treinei a mãe da aluna como minha sub vagabunda, uma vez que não tinha mais
contato com as submissas da faculdade (leia aventuras na faculdade) e encontrar
uma sub em cidade pequena é sempre muito difícil. Na maioria das vezes os
nossos encontros aconteciam na própria casa do corno, digo, do prefeito, tive
que lidar com as inúmeras investidas da aluna, mas era a mãe quem me interessava.
Virei pessoa frequente na casa do corno e sempre que dava aulas particulares
para a filha, eu dormia na casa do boi. Não houve uma noite que dormi sozinho,
rsrs.
A mãe da aluna se mostrou uma sub empenhada, comprei
brinquedos para usar nela, Ballgag, coleira, até mesmo um ponytail, adorei usar
cada um desses objetos nela, e o sexo sempre era maravilhoso. Eu adorava deixar
aquele rabo maravilhoso marcado com as minhas mãos, o corno, como era muito
egocêntrico, nem notava. Por falar nisso, às vezes, para manter as aparências,
a mãe da aluna transava com o corno, mas o repudiava, além de escroto, ele era
péssimo de cama, pau pequeno, ela se esforçava pra lembrar de nossas sessões
durante o desempenho patético do galhudo, enfim...
Para começar esse capítulo, vocês precisam saber que a
escola costumava fazer viagens “pedagógicas” com os alunos, eu mesmo havia
feito algumas, levando os alunos a museus da região e em São Paulo, porém, por
mais esforçados que os professores fossem, os alunos curtiam mesmo era o “after”,
em resumo, muito sexo e drogas, sem o Rock’n Roll. Foi graças a uma dessas
viagens que minha relação com a mãe da aluna estremeceu...
Naquele fim de semana, a professora de biologia iria fazer a
visita a um Jardim Botânico com os alunos, mas como em uma escola de alto
padrão tudo deve ser meio exagerado, não bastava um jardim da região, foram
visitar o Jardim Botânico de Curitiba. Além da aluna ausente por todo o fim de
semana, o prefeito corno ia passar o fim de semana inteiro em um evento do partido,
provavelmente também regado a sexo, drogas e sem Rock’n Roll. A mãe da aluna
sabia das puladas de cerca do marido nas viagens, mas sentia pena das mulheres
com quem ele dormia e não raiva. Portanto, fim de semana livre para nós! A mãe
da aluna tratou logo de dispensar todos os empregados, teríamos a casa só para
nós!
No sábado de manhã todos os professores foram obrigados a
acompanhar a partida dos alunos, coisa de quem quer agradar o “cliente”, assim,
tive que acordar cedo e ir para a escola. Chegando lá avistei os ônibus que
levaria os alunos até o aeroporto, sim, aeroporto, a escola havia fretado um
avião para a viagem. Os alunos, no entanto, não pareciam estar indo para um
Jardim Botânico, e sim para uma balada, algumas alunas pareciam que iriam trabalhar
em boates, especialmente lógico, “A” aluna. As alunas daquela escola tinham um
altíssimo padrão de beleza, mas ela se destaca ainda mais, o corpo dela havia
evoluído, quase 18 anos, corpo extremamente gostoso, ela usava um vestido justo
que deixavam as coxas expostas e um salto alto que ressaltava o formato do seu
já belíssimo rabo, o decote generoso, com seios ainda em crescimento, mas
volumosos era extremamente parecida com a mãe, um pouco menor e com cara de
menina sapeca. Quando ela me viu, abriu um sorriso e veio pulando em minha
direção, a forma como ela andava, com os seios balançando (sem sutiã), confesso
que meu pau ficou duro imediatamente. Ela me deu um abraço e um beijo que quase
pegou na minha boca!
-- Oi Professor! – disse com uma vivacidade que só uma
adolescente possui – Gostou do meu vestido? – ela deu uma volta, se era
possível meu pau ficar mais duro, ele ficou... Engasguei...
-- E... está ótima! Você vai aonde mesmo?
-- Só ótima, estou perfeita! Te deixei tão impressionado
assim? – olhou pra mim e piscou...
-- Não, só não acho que o vestido esteja apropriado para a
ocasião... Jardim Botânico e tal... – eu estava tentando retomar o controle.
-- Acha mesmo? Olha lá! – ela apontou para as colegas, a
maioria delas usavam vestidos tão ou mais provocantes que o dela – além do
mais, essa cabeça aqui, me diz que estou perfeita... – ela passou a mão no meu
pau, deixando ele mais duro ainda, meu pau latejava, precisei me segurar pra
não ocorrer um “acidente”. Com cara de safada ainda me pegou pelo braço como se
fosse uma namorada e pressionou os seios contra mim, macios e firmes ao mesmo
tempo... – me acompanha professor, até o ônibus.
Como eu não estava pensando direito cedi ao pedido e fomos
de braços dados até a porta do ônibus que ainda estava vazio. Na porta do
veículo ela se soltou, e sem ninguém ver, me beijou, resisti no começo, mas me
deixei levar, minhas mãos começaram a passear pelo corpo da ninfeta, apertei a
bunda dela e... lembrei da mãe... a imagem veio clara na minha cabeça, ainda
mais porque se pareciam tanto, me segurei, afastei a menina com uma certa
brutalidade, segurava ela firme pelos braços, ela ficou assustada, minha cara
devia estar muito séria, quando vim a mim, soltei... A aluna, ainda perplexa,
começou a subir as escadas do ônibus e, como eu havia pegado firme na bunda
dela, a saia subiu, para piorar, ou melhorar, depende do ponto de vista, ao
subir a escada do ônibus foi possível ver todo o rabo e a calcinha fio
dental... no topo da escada, ela se virou pra mim, com a sua cara habitual de
safada...
-- Professor! Olha como você me deixou! – colocou a mão na
bucetinha encharcada, enfiou dois dedos e retirou, mostrou pra mim como estavam
molhados e os lambeu como se estivesse lambendo um pau... – adorei professor,
especialmente sua mão na minha bunda, mas, não se preocupe, logo, logo eu
volto, vou treinar bastante nesse fim de semana, pensando em como te agradar
mais! – mandou um beijo pra mim com a mão e entrou para o ônibus, contente.
Foi só ela subir que a coordenadora chamou os demais alunos,
o motorista entrou no ônibus e eles partiram, espero que ninguém tenha visto o
beijo, e mesmo que não houvessem testemunhas, o dilema já estava na minha
cabeça, uma menina, de 17 anos, nada inocente é verdade, mas ainda assim, uma
menina e pior, eu estava no meio de um relacionamento com a mãe dela...
Fui pra minha casa, tomei um banho, mas não consegui tirar o
beijo da minha cabeça, o peso na consciência aumentava a medida que chegava a
hora marcada de encontrar com a mãe... demorei um pouco, pensei em não ir...,
mas fui...
Para não dar bandeira, não fui de carro naquele dia, fui de
taxi, desci uma quadra antes e andei o restante a pé. De frente para a porta
apertei a campainha, determinado a conversar com ela! Quando ela abriu, eu
fiquei estático, ela estava perfeita, usava uma camisola preta, transparente,
mostrando os seios maravilhosos, a bucetinha toda depilada, não usava calcinha
a safada, usava só o ponytail que havia dado a ela, simples, mas extremamente
bela, e eu, não cansava de admirar sua beleza. Logo que abriu a porta ela me
abraçou e me beijou deliciosamente, como só ela sabia, não conseguia resistir
àqueles lábios, foram os melhores que já provei, aquele corpo, o melhor que já
toquei. Retribui o beijo apaixonado. Ainda abraçados, ela olhou pra mim e
disse...
-- Pensei que você não vinha! – E fez uma cara de brava tão
linda que me deu vontade de beijá-la de novo. Fechou a porta atrás de mim,
ajoelhou-se na minha frente, ficava maravilhosa ajoelhada, ainda mais com o
ponytail, tirou meus sapatos, minhas meias, olhou pra mim com uma carinha de
cachorra pidona – Sua cadela está pronta pra te servir Senhor.
Era quase impossível para qualquer Dom resistir àquela cena,
maravilhosa! No entanto, não podia fazer isso com ela... não podia usá-la e
dominá-la sabendo que eu havia traído sua confiança... Olhei para a cara dela,
que me pedia, desejava, mas tive que resistir...
-- Levanta. – Eu disse com uma expressão séria no rosto. Ela
levantou, ainda sem entender, pensando que era parte da liturgia. – Tem uma
coisa séria que preciso falar para você. – achei melhor não fazer rodeios... –
Eu... beijei a sua filha....
Eu podia ouvir algo se quebrando dentro dela, como alguém
que joga um prato no chão com violência e os cacos ferem profundamente todos
que estão em volta. Ela recuou, deu dois passos para trás, e seus olhos
lacrimejaram. Ela levou as mãos a boca, as lagrimas já eram muitas, a expressão
de surpresa deu lugar ao ódio e ela me desferiu um forte tapa, o qual, eu não
reagi... não era meu direito, nem como dono nem como amante, o tapa foi mais
que merecido.. Em meio as muitas lagrimas ela soltou um soluço...
-- Vai embora...
Eu pensei em tentar convencê-la do contrário, em gestos,
palavras, qualquer coisa para convencê-la de como eu deveria ficar, tentar
abraçar ela, consolar... mas, me virei e fui pra casa. Fui a pé, pensando na
cena, no que eu havia feito, em como ela estava se sentindo...
Segunda feira chegou e eu deveria ir trabalhar, deveria, mas
não fui. Pedi a um médico amigo meu um atestado de uma semana, liguei para o
colégio e estava decidido a não trabalhar, cheguei até a pensar em lagar o
emprego... desliguei o celular e fiquei curtindo minha fossa... pensando como
fui idiota... deveria ter me controlado, deveria ter me portado de maneira
diferente, mas em fim... Inês era morta...
Foi assim durante a segunda e terça, na quarta algo me
surpreendeu. Naquela época eu morava num conjunto de pequenos apartamentos
projetados para os estudantes da faculdade, os apartamentos eram individuais,
pequenos, mas eu gostava de estar ali com os estudantes, me mantinha no clima
de faculdade e ativo intelectualmente, os estudantes me apelidaram de
professor, alguns mais próximos me chamavam de professor do sexo, pois eu transei
com a maioria das meninas que moravam ali rsrs, porém, são outras histórias,
além de tudo eu era o único formado ali... em fim... na quarta feira alguém
bateu na minha porta...
Quando abri levei um susto, era ela! A mãe! Eu fiquei sem
reação e sem entender por um momento, ela entrou no meu apartamento e começou a
analisá-lo...
-- Então, é aqui que você mora! – ela tentava mostrar raiva,
mas dava para perceber na voz que também estava abalada pelo reencontro...
-- Sim. – Eu respondi enquanto sentava na bancada que
dividia a cozinha da sala. Dali, fiquei observando ela analisar o ap, evitava
cruzar os olhos comigo, entrou na cozinha, abriu minha geladeira... (quase
vazia por sinal), olhou meu fogão (da década de 60, ainda tinha as asas),
parecia fazer uma inspeção, e finalmente parou na porta do meu quarto. Estava
bagunçado, livros para todos os lados.
-- É pra cá que vc traz suas piranhas? – Disse com tom de
desdém.
-- Não trouxe mais ninguém desde que eu passei a amar
você... – putz! Caralho! Falei sem pensar! Quando percebi o que havia dito eu
arregalei os olhos! Ela olhou quase que imediatamente pra mim, também com os
olhos arregalados, foi a primeira vez que nossos olhares se cruzaram, ela
estava vermelha! Como a porta estava aberta ainda, ela correu para as escadas,
chorando e na porta de saída, atropelou um casal de estudantes que tentavam
subir com compras de mercado.
Quando tentei correr atrás dela já era tarde, ela saiu com o
carro cantando pneus.
Ajudei o casal a recuperar suas compras e subi para o meu
apartamento. Fiquei pensando se deveria ir até ela. Exigir uma explicação do
que havia sido aquilo, mas ainda fiquei sem reação. Fiquei paralisado por um
momento também, nunca havia dito para alguém que amava, pelo menos, não de
forma tão sincera.
No dia seguinte eu decidi fazer alguma coisa. Nem que fosse
uma briga feia, acabar o relacionamento, é ruim, mas se for o fim, tem que
cortar logo! Tomei um banho (que não tomava desde o sábado) arrumei minha
barba, e peguei a chave do carro pra ir até a casa dela e abri a porta... lá
estava ela novamente, petrificada, na frente do meu apartamento, ela não
esperava que eu abrisse a porta antes mesmo dela bater, dessa vez fiquei
irritado.
-- O que você tá fazendo aqui?! Veio desdenhar do meu ap de
novo? Vai sair correndo dessa vez ou vamos terminar essa merda de uma vez por
to... – Tomei um tapa na cara e logo em seguida um beijo prolongado! Sempre que
nos beijávamos a vontade era gigante, mas havia algo especial naquele beijo, em
todo o nosso relacionamento, não houve nenhum beijo mais intenso e gostoso que
aquele. Não sei as mulheres, mas os homens vão me entender, me sentia como se
tivesse gozado depois de uma semana inteira sem transar ou bater uma punheta!
Ela me apertava com força, me puxava contra o corpo dela, no meio do beijo
alisava meu peito e subia a mão para minha nuca forçando minha cabeça contra a
dela. Lógico que também não fiquei parado, eu bolinava ela com minhas mãos, apertava
seus seios e sua bunda, segurava firme os cabelos dela. Ainda durante o beijo
ela pulou no meu colo, me abraço com as pernas e eu fui entrando com ela assim
para dentro do apartamento. Do meu colo eu a coloquei em cima da bancada e
desci minha boca para os seios dela... ah aqueles seios, rasguei a regata
branca que ela usava, deveria estar mal intencionada, o decote que ela usava
era maravilhoso! Beijei a parte de cima dos seus seios e logo parti para os
bicos, eu os mordia levemente fazendo ela soltar gemidos baixos enquanto ela
alisava minha cabeça desgrenhando meus cabelos. Voltei para a boca deliciosa,
no meio desse beijo eu coloquei minhas mãos por dentro da calça jeans que ela
usava e senti como a buceta dela estava molhada comecei a masturbá-la, enquanto
meus dentes percorriam pelo pescoço dando pequenas mordidas. Sem pensar
direito, eu arranquei as calças dela, a calcinha era simples, como de alguém
que não esperava fazer sexo naquele momento. Rasguei a calcinha, coloquei minha
boca na buceta molhadinha. Senti o gosto dela, o gosto que eu ordenava que ela
sentisse todas as vezes que começávamos a brincar. Eu lambia aquela buceta
deliciosa com vontade, mesmo despreparada para o sexo a buceta estava lisinha,
da maneira como ensinei. Dos gemidos curtos ela cedeu a gemidos longos, porém,
abafados. Mordia os lábios para evitar gritar de tesão, ainda na minha língua
ela tremeu, um tremor característico que ela sempre fazia quando gozava. Subi
novamente para os lábios dela, ela estava ofegante, procurando ar para
respirar, levantei ela novamente no meu colo e a joguei na minha cama, o que
fez vários livros se espalharem pelo chão, de perna aberta e agora mais molhada
do que antes, eu não tive pudores em sacar minha pica pra fora da calça e meter
com violência dentro da buceta deliciosa dela, o pau escorregou de uma só vez.
Comecei logo com bombadas fortes, estava pouco me fudendo para os vizinhos que
poderiam ouvir a violência do ato, metia forte e com vontade, ela aos poucos
foi se soltando, não se preocupava mais em gemer abafado, soltava o folego ao
mesmo tempo em que gemia. Projetei meu corpo sobre o dela enquanto metia na
vagabunda. Ela me puxou para sua boca e começamos a nos beijar novamente. Ainda
em pé e sem tirar o pau de dentro dela, segurei ela pelas costas e inverti a
situação, deitei na cama e deixei ela por cima, ela começou uma cavalgada
maravilhosa e violenta, sentava com vontade, seus líquidos escorriam pela minha
perna e meu pau entrava com facilidade diante de tanta lubrificação. Em cima de
mim ela gozou mais uma vez, gemeu alto, perdeu toda a compostura, a violência
do ato nos fazia suar e agora eu queria gozar. Derrubei ela de cima de mim e
levantei da cama, fiz o sinal com os dedos que ela conhecia muito bem, logo ela
se ajeitou de 4 e empinou a bunda pra mim. Coloquei um dos pés sobre a cama e
enfiei meu pau na buceta dela naquela posição, com uma das mãos eu agarrei os
cabelos dela com as outras dava tapas na bunda deliciosa, meu ritmo continuava
frenético, e ela logo voltou a gemer, puxei bem os cabelos dela para trás e
senti meu pau latejar querendo ejetar o gozo dentro da buceta dela. (mesmo
antes de a conhecer, ela usava anticoncepcional). Em uma última estocada, mais forte, gozei
dentro da buceta da safada, acho que nunca na minha vida senti tanto gozo
saindo do meu pau, ela gozou logo em seguida, mesmo antes do meu pau amolecer,
quando tirei minha pica da buceta dela minha porra escorreu pra fora. Ela se
virou e se deitou na minha cama me olhando com cara de satisfeita.
-- Eu também te amo seu idiota... – Ela corou um pouco para
dizer isso, mais do que o sexo já havia corado. A feição dela mudou... – Eu sei
que minha filha vive dando em cima de você... e sei que ela é linda... novinha
e... safada... eu conheço minha filha. Mesmo antes de conhecer você naquele dia
(ler Dominando a Mãe da Aluna Parte I), eu já suspeitava que o assédio houvesse
partido dela... e depois que te vi... entendi o porque. Foi um choque pra mim,
mas eu temia que esse dia chegaria... o dia que você cairia nos braços dela...
sempre tentei me conformar com isso... ela é nova, eu sou velha (ela tinha só
33 anos)... essa conta é fácil... – ela entristeceu e virou a cara de lado, se
afundando no meu travesseiro.
-- Você é muito estupida... – eu respondi calmamente.
-- O que?! – Ela me olhou com cara de surpresa...
-- Se eu quisesse ter sua filha, já teria. E você
provavelmente nem ficaria sabendo, mas, você não faz nem ideia do porque eu
nunca fiquei com ela. Vou explicar... e espero que isso fique bem claro....
Além de eu ter para mim uma política bem clara de nunca ficar com alunas, nunca
ficar com menores de idade, sua filha me enxerga como um jogo... eu não sou um
jogo, para ninguém, da mesma forma que eu não estou jogando com você. Eu
acredito que o que temos é real e vale muito mais do que a fantasia de uma
adolescente pelo seu professor... mesmo assim, me deixei levar, acabei cedendo
a uma de muitas investidas da sua filha, e por isso, sou culpado, não tenho
desculpas, mas não vou admitir jogos, por isso te contei logo, sempre fui
sincero com você em relação aos meus pensamentos e não seria diferente dessa
vez... você pode ir embora se quiser, você tem motivos para isso... vou sofrer,
mas vou superar... Eu nunca a quis... foi diferente com você, por isso não hesitei
em te dominar, eu queria você pra mim, minha puta, minha cadela, minha
vagabunda, minha mulher... eu te amei...
-- Amei?! Não me ama mais?
-- Isso só depende de você... – Cruzei os braços e esperei
uma definição dela, ela se virou na cama e ficou olhando para parede... – Além
disso, pensar na questão de idade é patético, se você pensa assim, talvez seja
melhor a gente acabar por aqui mesmo...
-- Eu sou patética mesmo... – ela olhou pra mim – Eu também
quero você, como meu macho, meu dono, meu homem... eu confio em você... sei
como é difícil resistir, eu, mesmo casada, não resisti a você... vem cá...
deita comigo... quero que você me proteja. Hoje, essa noite, eu só quero dormir
abraçada em você... Deitei-me na cama e a abracei, não demorou muito e ela dormiu
profundamente, provavelmente estava exausta, do sexo intenso, e da tensão que
passamos durante a semana... mesmo depois de tudo, sabíamos que naquele
momento, estávamos onde deveríamos estar, logo, eu também adormeci. O que houve
depois? Só no próximo e último conto... o fim do nosso relacionamento...

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