Dominando a Mãe da Aluna - Capitulo 1 - O Começo.
Esse conto de minha autoria foi publicado originalmente no site Casa dos Contos. Porém o que apresento é uma versão revisada e atualizada. Se quiserem ver a versão original, basta pesquisar no google "Dominando a mãe da Aluna".
Eu fiquei surpreso ao ver que alguns "dons" publicaram meu conto em outros sites rsrsrsrs. Falta de criatividade ou de experiências reais, mas enfim...
Segue o primeiro conto completo, os outros eu vou publicar em partes para facilitar a leitura.
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Twitter: @VictorAssisSCC
Insta: @domvictorssc
Enjoy!
Aqueles que são professores, em algum nível,
vão entender sobre o que eu estou escrevendo. Eu fui professor de uma escola
particular no interior de São Paulo, não fiquei muito tempo e não era minha intenção,
estava lá apenas para cumprir meu mestrado.
É muito comum as alunas se apaixonarem pelos
professores, seja em colégios públicos ou privados, talvez um fetiche pela
figura paterna ou autoritária que o professor é capaz de passar. A grande
maioria nunca fala nada, passa desapercebida, no máximo comenta com as amigas,
outras as vezes exageram na dose deixando todos no ambiente desconfortáveis,
até mesmo o professor. Algumas gostam de se aproximar para sentir o perfume e
cá entre nós, sempre ando muito bem perfumado. Fato é, que nem precisa ser
muito bonito para receber essas investidas, basta ter um pouquinho de
personalidade.
E como era comum comigo! Em sala sempre
consegui manter um bom relacionamento com meus alunos, eu me divertia com eles
e eles se divertiam aprendendo comigo, porém, sempre tem aqueles que são
tímidos demais para perguntar, por isso, os motivei a mandarem perguntas
escritas pra mim, evitando assim a exposição. No começo sempre são mais tímidos
e mandam perguntas discretas, perguntas muito interessantes até, mas a medida
que se soltam, começam a surgir todos os tipos que brincadeiras, algumas até
engraçadas.
Foram nessas brincadeiras que comecei a
receber bilhetes assim: “Quero dar pra você!”, “Adoro seu pau!!!” “Quero ser sua
vadia!!!” e dai para baixo... Eu fiquei surpreso com essas mensagens, quer
dizer, já havia recebido propostas antes, mas nenhuma tão direta. Cheguei a
pensar que era um zueira da sala em questão, por isso não me importei, apenas
guardava as mensagens comigo para evitar qualquer problema.
A Sala em questão era uma sala de terceiro ano
do ensino médio. Os alunos mais velhos da escola e o topo da cadeia alimentar
escolar (abaixo dos professores é claro rsrsrsr). Um dia cheguei até essa sala
e recebi o seguinte recado: Professor, olha a calcinha que eu comprei na França!
Ass: Rafaela (nome fictício)”. Foi instantâneo, sabe o impulso, sem pensar...
olhei para e menina que percebeu, mordeu a língua e abriu as pernas enquanto
suas amigas rachavam de tanto rir ao lado dela. A menina usava uma saia a qual
parcialmente levantada me permitia enxergar perfeitamente o fio dental, enfiado
no meio da buceta. Na verdade, ela nem precisava disso pra chamar atenção, era
uma menina linda, cabelos morenos, bem alisados, alta, e gostosa, encorpada de
um jeito que causava inveja nas amigas, que também eram lindas por sinal. Não é
difícil encontrar alunas espetaculares como essa em colégios particulares,
ainda mais de alto padrão como era o caso, todas têm dinheiro e tempo para
gastar de sobra com produtos de beleza e cuidados estéticos. Foi muito difícil
dar aulas naquele dia, cheguei a engasgar, ao passo que a menina e suas amigas
soltavam novas gargalhadas...
Muitos amigos meus professores saíram com alunas, nunca tiveram problemas, mas eu tinha medo, receio e no fundo, respeito. Eu sabia do meu lugar e as investidas dela por mais insistentes que fossem eram apenas fetiches de adolescentes acostumadas a ter tudo. As insinuações continuaram, mas, com o tempo, aprendi a ignorar, o que claramente a deixava bem irritada. Até que ela reagiu.
Uma tarde, na república de estudantes onde eu
morava, estava corrigindo provas quando fui interrompido pelo correio. Era um
sedex. Recebi a caixinha e antes mesmo de entrar na casa novamente já havia
retirado da caixa um pendrive. Liguei meu notebook, coloquei o pendrive (já
arrependido pensando que havia vírus) e abri os arquivos. Eram fotos da
Rafaela, em várias posições, com vários tipos de “brinquedos” e até mesmo com
uma de suas amigas. O último arquivo foi um vídeo onde, após um strip-tease ela
fez uma declaração dizendo querer fuder comigo, que seu cuzinho estava sendo
guardado para mim e que se eu quisesse, poderia ficar com ela e com a amiga.
Meu pau ficou duro na hora! A vontade de bater
uma, pensei em ligar pra ela vir naquele momento me chupar, tive que corrigir a
provas pensando em como seria comer aquele rabo delicioso, ou quem sabe ela e a
amiga que também era uma delícia... Porém, decidi ser responsável, o adulto (com
muita dor no coração e chorando sangue), afinal ela ainda era menor de idade, e
decidi apenas conversar com ela.
No dia seguinte, entrei na sala com um
semblante bem sério, muitos alunos estranharam, recebi os bilhetes como de
costume, mas não li nenhum, terminei a aula e sai para o intervalo. No corredor
ainda ouvi uma voz me chamando, “professor, recebeu minha carta?” me virei e vi
o rosto sorridente de Rafaela, não era um sorriso sacana como das outras vezes,
ela estava avermelhada, tímida, dava pra perceber o nervosismo, chegou a
engasgar quando me chamou no corredor. Respondi com severidade, “Recebi,
preciso falar com você depois da aula”.
Assim que acabou a última aula, ela me
procurou na sala dos professores, eu já havia combinado com o inspetor que
ficaria em uma sala para dar um “reforço” a uma aluna. Sem falar nada fui
andando até a sala e ela me seguiu. Ao entrar na sala ela disse:
-
Nossa professor, que safado você, achei que me levaria a um motel ou algo
assim”.
Respondi:
-
O que você tem na cabeça menina?!!!
-
Como assim? (ela olhava para mim assustada).
-
Você tá louca! Me mandando aquelas fotos!!!
-
A prof... você não gosta? – ela falou se aproximando de mim, o sorriso safado
havia voltado...
-
Gosto... (minha cabeça foi a mil, as duas... passou nela me aproveitar, mas me
mantive firme e chorando por dentro) Mas, não é esse o caso! Você é uma menina,
imprudente, já pensou, um cara mais pilantra joga tudo na internet!
O
rosto dela alterou na hora, como se uma ficha caísse dentro dela...
-
Putz! – ela levou as mãos a cabeça, percebendo a cagada que fez – Cê vai
colocar prof?
-
Não caralho! Lógico que não porra! Presta atenção, (respirei fundo)... você é
uma menina linda, mas não vai rolar...
-
Por que não?
-
Porque você é minha aluna!
-
E o que que tem?
-
Cê acha que vou dar essa Brecha?! Colocar meu emprego em risco, nem fudendo!
(nesse caso, literalmente).
-
Mas, eu não conto pra ninguém!
-
Até suas amigas já sabem...
-
Mas, elas não contam!
-
Sem chance, nada feito!
-
Tá! Eu não queria usar essa carta, mas vamos lá! Se você não transar comigo
agora, conto pra todo mundo que você tem me assediado!
-
Hahaha! Você tem como provar!
-
Nem precisa, é só eu começar a gritar aqui!
-
Nem faz isso, tenho vários recados com sua letra, além disso, o remetente do
sedex é seu né...
Meio desnorteada ela baixou a cabeça, olhou
para mim sem jeito e começou a chorar. Sai da sala sem olhar para trás.
Durante o mês seguinte não recebi
nada, nenhum sinal, piscadinha, recadinho, nada. Fiquei satisfeito com o
resultado a menina vinha mais “comportada”, pelo menos na minha aula, ela e as
amigas agora passavam o tempo dizendo pra todo mundo que achavam que eu era
homo. Eu não ligava. Achei que tinha acabado ai... eu não poderia estar mais
enganado...
Aquele ano eu estava uma pilha de
nervos, o mestrado estava apertando e a época de provas também, para piorar a
coordenadora me ligou falando que uma mão estava no colégio e queria falar
comigo urgente... tentei perguntar o assunto, mas, de acordo com a
coordenadora, ela estava irredutível... tinha que ser comigo e não falaria com
mais ninguém. Sem muita paciência, disse que ela poderia me encontrar no dia
seguinte, no colégio na hora do almoço...
Assim que entrei no colégio e uma
mulher que aparentava ter entre seus 30, 35 anos me abordou no saguão: “Você é
o professor Victor certo?”. Eu respondi, ainda sem entender do que se tratava,
havia me esquecido completamente da mãe.
- Então – falou a mulher
com seriedade – podemos conversar agora?
- Claro, vem comigo. Qual é
o assunto?
Ela não me disse, falou apenas que era particular e pediu um lugar
privado. Achei estranho, mas aceitei de boa, levei ela pra sala dos
professores, era horário de almoço, ninguém estava lá, sentei, peguei um café e
esperei ela falar.
-- O senhor conhece a aluna Rafaela? - Na hora pensei: Puta,
fudeu!
--De
qual ano? - Tentei disfarçar, mas sabia perfeitamente de quem se tratava, a mãe
era muito parecida... devia ter reparado quando ela me abordou no salão de
entrada...
--Do
terceiro colégio.
--Sei,
o que tem?
--É minha
filha. – Parecidas, mas havia
diferenças, se Rafaela estava ainda na sua “formação” a mão era um espetáculo
formado! Lindos seios ressaltados por um belo decote, quadris largos com
cintura fina... pele bronzeada, parecia uma passista de escola de samba... Tudo
isso, somado a lembrança do vídeo e das fotos da filha, fazia mais de um mês
que não pegava ninguém... fiquei de pau duro ali mesmo... ainda bem que eu
estava sentado...
--Algum
problema com ela?
--Um
problema muito sério, já viu esse pendrive? - pensamento meu: Fudeu geral.
--Não
– Chutei.
--O
senhor está seduzido minha filha! – Ao terminar ela bateu as mãos sobre a mesa
na minha frente, isso me surpreendeu um pouco, mas não me assustou, e o decote
deixou os seios mais amostra ainda...
--Eu
não! – Na dúvida... negue, rsrsrs.
--Olha
o pendrive então!!!
--Minha
senhora o que que tem no pendrive? – como se eu não soubesse...
--Olha!
- Ela empurrava o pendrive na minha cara.
Peguei
o pendrive já sabendo no que ia dar, sabia o que tinha, mas preferi continuar
disfarçando. Liguei o PC da sala dos professores e coloquei o pendrive. Não
teve outra, era “O” pendrive. Olhei pra mãe sem saber o que falar, ela assumiu
o mouse, colocou o vídeo pra rodar, olhou pra mim e disse:
--Vou
acabar com a sua raça! Você nunca mais vai conseguir emprego nessa ou noutra
cidade! Meu marido é advogado do prefeito!
Por
um momento, ela continuava suas ameaças e eu entrei em estado de letargia... na
verdade minha cabeça foi longe e eu já não escutava nada... coloquei a mão na
minha têmpora... eu já estava estressado, mestrado, provas e ainda mais essa...
isso tava me subindo o sangue... explodi!
--Mas
o que eu tenho a ver com isso! Se você não cuida da sua filha não é problema
meu! – Falei alto e sem pensar! Depois percebi que poderia ter chamado a
atenção de alguém, mas naquele momento entrei no modo foda-se. Enquanto falava
levantei de supetão e me apoiei na mesa, eu era mais alto que ela, por um
estante ela recuou me olhando com um certo medo e ofendida.
Ela
parecia mesmo uma mãe ausente, daquelas que vai no salão de beleza ao invés de
apoiar a filha em momentos chave. A reação dela foi violenta, desatou a me dar
tapas, mas dava pra ver que ela não brigava muito, os tapas eram leves e sem
coordenação. Irritado, segurei a mão dela com força, ela ficou surpresa novamente,
e sem reação. E como tudo já estava fodido mesmo, peguei ela pelos cabelos,
enrolando-os na minha mão (eram longos e lisos, muito bem cuidados), aproximei
o rosto dela no meu e disse:
- Que é! Sua filha da em cima de mim e eu ainda
tenho que pagar o pato! Fique sabendo sua vagabunda, que eu dispensei sua
filha! Não fico com menininha mimada! Meu negócio é mulher! - A gente ficou
assim por uns 10 segundos, a mulher lacrimejava, eu não sabia se era pela
posição ou se era pela filha. Mas meu sangue continuava quente.
– Vem cá! - Joguei a cara dela no computador e
coloquei o vídeo pra rodar. Não houve resistência, ela só ficou lá, olhando
para o computador e chorando. Quando o filme acabou, virei ela violentamente
pra mim novamente. Não houve reação por parte dela, estava assustada.
Tudo isso rolando, e meu pau lá... ainda duro... só
que agora eu estava de pé... notei que no meio confusão toda, ela deu aquela
checada...
Como já tava tudo fudido mesmo, eu provavelmente
perderia meu emprego e teria que mudar de cidade... e carreira, peguei no meu
pau por cima da calça e disse...
- Quer que eu faça com você o que sua filha queria
que eu fizesse com ela sua vadia? - Ela me olhou assustada, olhou para os lados
procurando algo ou alguma e disse:
- Mas, aqui? – Eu buguei... dei as costas pra ela
levando minhas mãos ao meu rosto, haja paciência... mas pera... o que?! Como
assim aqui?!
Eu olhei pra ela novamente com a cabeça explodindo
de raiva e... tesão... meu pau parecia que ia explodir... eu já não pensava
mais direito... não respondia por mim...
Peguei ela pelos braços com força e levei para o
banheiro dos professores. Não era como o dos alunos, era espaçoso, tinha até
mesmo chuveiro. Ela não resistia, muito pelo contrário, me obedecia sem
questionar, isso me impressionava, e me deixava com ainda mais tesão...
Empurrei ela para o banheiro e entrei logo atrás, tranquei a porta. Olhei pra
ela e disse:
--E então vagabunda, vai tirar o vestido ou eu vou
ter que rasgar ele mesmo? - o vestido dela era aqueles únicos, de tecido leve,
eu não sei direito o nome, ele alargava na bunda dela, o decote era generoso.
Ela
não fez isso prontamente, ficou olhando para mim, estarrecida, indecisa se me
obedecia ou não. Eu apenas a apressei dizendo “vai logo!”. Diante da indecisão
dela, segurei o vestido pelo decote e ameacei rasgar ele ali mesmo, antes que
eu o fizesse, ela colocou as alças do vestido de lado e ele caiu sozinho,
revelando um corpo escultural, em forma, mas não bombado. A lingerie não era
glamourosa, apenas um bustiê simples daqueles que levantam os seios e uma
calcinha sem muito charme.
Ela
tentou esconder as partes intimas, não que mostrasse muito ainda, e abaixou a
cabeça como quem havia feito algo de errado. Fiquei parado, admirando a beleza
daquela mulher. Quando voltei a mim, me aproximei mais dela e levantei seu
rosto olhando fixamente nos olhos dela, era um pouco mais alta que a filha,
porém, ainda era mais baixa que eu (Eu tenho 1,78 de altura).
Eu
sentia algo fora do lugar, ela poderia facilmente provocar minha demissão
depois de tudo isso e, para ferrar comigo, bastava ela levar o pen drive para a
direção ou algo do gênero. Perguntei:
--
Por que você não entregou esse pen drive direto para a coordenadora?
--
O o... que? Co..como? – Ela engasgou. Dai eu percebi que o objetivo dela era
outro, não era me ferrar...
--
Sim, porque isso já seria motivo pra minha demissão... era simples... – Eu
estava tentando entender... e decidi arriscar com a única coisa que veio na
minha cabeça...
--
Sua vagabunda... você não veio aqui por causa de sua filha, você veio aqui por
minha causa! – Eu olhava pra ela com cara de surpreso - O que foi! Fala logo o que você quer de mim! -
Meu sangue ferveu ainda mais.
A
cara dela ficou vermelha, roxa, verde, não sabia o que fazer claramente. Olhou
para mim agora com lágrimas nos olhos, desmascarada.
--
Eu... meu marido viaja muito, fica mais tempo fora que em casa, eu sei que ele
me trai por ai, e eu tenho as minhas necessidades. Um dia vi sua foto no
computador da minha filha, perguntei se era um namorado dela, ela me disse “vai
ser”. Quando vi você na reunião de pais, fiquei... curiosa. Você nem me
reparou, é algo muito raro pra mim. Então, outro dia mexendo no quarto da minha
filha achei esse pen drive...
--
E você pensou no que? – Meu sangue subia...
--
Pensei em... te... obrigar a...
--
Você queria me chantagear! – Conclui.
Como eu estava bravo... furioso, ela pensou no que,
cadela de merda! Decidi me aproveitar dessa vagabunda! Eu estava com um puta
tesão, e meu pau explodia na calça... queria comer ela ali mesmo! Fui pra cima
dela! Com uma mão na nuca e outra na cintura puxei o corpo dela para o meu e
beijei ela ali mesmo! Senti a entrega dela no meio do beijo. Era como se ela
estivesse satisfeita, chegava a gemer, um gemido semelhante de quando comemos
algo que gostamos e está muito bom! De fato, estava, beijava bem a filha da
puta. A minha mão não ficou muito tempo na cintura, correu para a bunda dela e
apertei com força, pode parecer cafona, mas tenho dedos fortes, rsrsrsrs. Com o
corpo colado e já meio ofegante falei para ela:
-- Tira tudo...
-- O bustiê?
-- Essa merda toda! TUDO!
Tímida ainda ela foi tirando o resto da roupa, ele
não estava tentando se insinuar, nem fez strip nem nada, mas não precisava...
era, até então, uma das mulheres mais sexy que eu havia conhecido... quando
terminou, tentou esconder os seios com um braço e com a outra mão escondeu as
partes mais intimas...
-- Tira a mão! – Meio tremula ela obedeceu. Eu
passei institivamente para o modo Dominador, se eu já não estava antes, queria
avaliar aquele corpo, como fazia com minhas subs – Coloca as mãos para trás e dá
uma volta. – Deliciosa. Seios e bundas grandes e perfeitos, cintura fina, com
certeza malhava. Enquanto ela estava de costas pra mim dei um tapa de leve na
bunda dela. Ela parou, parece que sofreu um arrepio. – Isso, fica paradinha aí.
– Com os dedos abri a bunda dela para observar melhor... – Seu cu é virgem?
-- é...
-- Uma vagabunda como você dificilmente tem o cu
virgem. – Passei o dedo sobre o cu fechadinho dela, ela deu um pulo de surpresa
– é virgem, mas bota o consolo no cu né vadia... – não vi o rosto dela, mas, percebi
que ela ficou envergonhada. Dei um tapa na bunda dela e mandei. – Apoia no vaso
com a bunda pra cima.
Ela obedeceu, sem contestar. Percebi que ela estava
se acostumando com a situação, ainda havia o medo, mas ela estava se acalmando
e procurando, de certo modo, se entregar ao prazer daquele momento.
Ela ajeitou o cabelo e empinou aquela bunda
maravilhosa pra mim. Tanto a mãe quanto a filha tinham a pele branca, mas
diferente da menina, a mãe estava bronzeada.
Não resisti a posição dela, tinha q eu cair de boca, abri a bunda dela e
comecei a lamber aquela buceta maravilhosa. Ela estava escorrendo de tão molhada,
e para provocar mais coloquei o dedão sobre o cu dela, fazendo movimentos
circulares enquanto me divertia com os lábios da buceta e com a parte interna
das coxas. Ela gemia baixo, esperta, afinal ainda estávamos na escola. Me
levantei e peguei ela pelos cabelos dizendo:
-- Agora é sua vez sua piranha, mostra pra mim o
que você faz com sua boca!
Ala logo se ajoelhou na minha frente, eu usava uma
calça jeans, mas meu pau estava visivelmente saltado na calça, abriu meu zíper
e abaixou a minha cueca só o suficiente para ver meu pau pular pra fora e bater
com tudo na cara dela... Ela caiu de boca com uma vontade absurda! Sugava tão
forte que achei que ia arrancar meu pau rsrsrs. Que boca deliciosa! Chupava
como uma profissional!
Meu lado sádico aflorava cada vez mais, peguei a
cabeça dela e enfie com tudo na garganta da vadia, segurei até ela engasgar deixando
muita saliva no meu pau. Deu uma tossida de lado e abocanhou meu pau com
vontade novamente, depois de mais algumas chupadas, gozei dentro da boca dela.
A vadia olhou pra cima com a cara mais safada do mundo e abriu a boca pra
mostrar minha porra lá dentro...
-- Engole cadela!
Ela engoliu e ficou me olhando assim, ajoelhada
como alguém que esperava por mais uma ordem, apontei pra privada e ela
entendeu... se apoiou novamente e levantou o rabo pra mim... Não resisti e dei
um tapa estralado, marcando aquela bunda branca bronzeada com a minha mão. Como
gosto de provocar coloquei só a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela, o
que já foi o suficiente pra ela soltar um pequeno gemido...
-- Quer minha pica safada?
-- Quero... – Respondeu ela meio ofegante.
-- Pede, quero ver você pedir...
-- Quero sua pica...
Tirei minha pica e puxei ela pelos cabelos juntado
o corpo dela no meu, meu pau agora roçava aquela bunda maravilhosa. Aproximei
minha boca do ouvido dela e falei...
-- Escute bem vagabunda, que vou ensinar só uma
vez, a partir de agora você se dirige a mim como SENHOR – dei um puxão no
cabelo dela no momento que disse a palavra – Entendeu? Pède direito agora sua
piranha!
-- Me da sua pica meu Senhor, por favor, eu sou uma
vagabunda sedenta por piroca, quero ela inteirinha dentro de mim, por favor
Senhor... – Amei o tom de desespero que ela me pediu... Empurrei ela de novo
para o vaso, mas ainda não coloquei, fiquei com o pinto na racha dela...
--Quer piroca quer, mexe esse rabo então mexe – ela
começou a rebolar como se fosse uma cadelinha pedindo o carinho do dono.
Então coloquei meu pau na buceta da vagabunda, numa
estocada que era a mais forte que eu conseguia dar, a buceta ao contrário do
cuzinho não era tão fechada, mas como meu pau é grosso eu sentia a vagina dela
por dentro. No começo dava estocadas mais lentas, ia aumentando o ritmo, quando
o ritmo aumentou de verdade peguei no cabelo dela e puxei, com a outra mão dava
tapas na bunda dela e ela gritava de tesão: “por favor me come meu senhor!”.
Chamei a atenção dela para que parasse de gritar, mas não deu jeito a mulher se
descontrolou, rebolava no meu pau feito uma louca e eu tentava controlar ela
segurando pelo cabelo, até que ela deu um grito maior, estremeceu toda e
lubrificação escorreu pela perna dela. Eu parei de estocar levantei ela pelo
cabelo e mandei ela chupar. Fodi a garganta dela de novo e tirei o pinto da
boca dela me masturbando na cara dela. Mandei ela ficar com a língua de fora e
mandei o maior jato de porra que eu já vi na minha vida, com o rosto todo
melecado ela começou a limpar. Mandei ela parar, tirei o celular do bolso e
tirei uma foto da cara lambuzada da vadia. Logo em seguida botei o dedo na cara
dela...
--Você sua cadela fica de boca calada quando eu
mando! - Dei um tapa na cara dela – Você quer que a escola toda saiba que eu to
te fudendo dentro da escola vadia! Olha o que você fez com a minha mão tá suja
de porra agora. - no que eu falei isso ela ainda ajoelhada pegou minha mão com
porra e começou a lamber, limpou o rosto colocando a porra espalhada pra dentro
da boca. Olhou pra mim com uma expressão totalmente diferente, de quem havia
encontrado a paz e disse:
--Perdão senhor, não vai acontecer mais... - Eu
fiquei doido com aquilo, quase fodi ela de novo, mas me contive.
--Pode se trocar vagabunda, mas você vai pra casa
sem calcinha nem sutiã, vai mostrar como você é vagabunda. Na próxima vez quero
você toda depilada, e com lingerie decente.
--Sim senhor... - Ela levantou e colocou o vestido,
antes de sair do banheiro, eu fiquei admirando a mulher na minha frente.
--Vem cá... - na medida que ela se aproximou eu
agarrei ela e dei-lhe um beijo, sabia usar a língua como ninguém aquela vadia.
No meio do beijo eu levantei o vestido dela e coloquei o dedo no cuzinho dela,
sussurrei no ouvido – esse fica pra próxima vagabunda. Eu vi escorrer
lubrificante de novo nas pernas dela.
--Posso tomar banho aqui senhor?
--Não, vai com a perna toda escorrida pra casa, torce
pro seu marido não estar lá. - Dei um selinho nela – me passa seu telefone e
vamos sair daqui.
Assim que saímos do banheiro eu vi um outro
professor amigo meu olhando pra nós, ela ficou vermelha e saiu às pressas, e ele
só me perguntou:
--Que isso Victor, trazendo puta pro colégio?
--Puta e mãe de aluna...
É lógico que essa história não acaba ai, mas o
resto fica pra próxima...
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