Dominando a Mãe da Aluna 3 - A pedido do corno.
Dominando a Mãe da Aluna 3 – A pedido do corno.
Confesso que mesmo sob as ameaças eu nunca fiquei seguro em relação à mãe da aluna. Da mesma forma que no segundo conto eu não a procurei mais. Porém, como fazíamos parte de alguma ironia do destino não havia como separar nossos caminhos... contarei para vocês sobre a terceira parte do nosso jogo...
Depois do anúncio do candidato passaram-se bastante tempo,
tempo suficiente para ele se tornar o mais novo prefeito da cidade onde eu
lecionava. A aluna não tinha cessado suas investidas sobre mim, no entanto
assim como no segundo conto as investidas diminuíam a cada negativa minha, ela
estava cansando e eu estava me recuperando.
Foi quando em um dia estava eu na sala dos professores dando
risadas de besteiras faladas ou feitas por alunos que a coordenadora do colégio
entrou na sala, nervosa, tremula, e receosa me chamou de canto...
- Victor! Você não está metido com política de novo?! Está?
- Não que eu saiba... por quê?
- Tem alguém que quer falar com você...
Sem dizer mais nada a coordenadora me levou até uma sala
isolada na escola e quando entrei confesso que tremi... lá estava o prefeito e
dois seguranças... como sou um pouco exasperado logo imaginei que ele havia
descoberto tudo que havia ocorrido entre eu e a sua esposa..., ou pior, sobre a
filha...
- Você é o professor de história? – Ele olhou para mim com
um sorriso de candidato e me estendeu.
- Si... sim... – retribui o aperto de mão.
- Pois bem tenho uma proposta pra você! Conhece a minha
filha?
- Si... – não consegui completar a palavra...
- Eu tenho notado que minha filha tem uma dificuldade
especial na sua matéria, história... deveria ser algo fácil, afinal só decorar
um monte de datas etc. – Fiquei
ofendido, mas enfim... – de todas as matérias a sua é onde ela tem o pior
desempenho. - A filha dele realmente tinha um desempenho ruim em história, ela
estava tentando me chantagear dizendo que só melhoraria caso eu transasse com
ela...
- Eu tenho uma reputação a zelar, tentei colocá-la numa
faculdade do exterior, ofereci França, Inglaterra, Estados Unidos, mas ela se
recusa a sair do país. Tive que me conformar, disse a ela que precisaria se
esforçar para entrar na USP ou alguma outra do gênero... por algum motivo as
faculdades públicas são as melhores no Brasil... descobri que não dá para pagar
pra entrar nelas, tem que fazer um tipo de vestivular ou algo assim, e com as
notas dela em história não vai ser possível, preciso da sua ajuda...
- Humm – fiquei pensativo – O que o senhor espera que eu
faça?
- Aulas particulares... é isso que eu espero, qual é seu
preço?
- Não sei... já tenho a agenda bem ocupada...
- Mas você nem trabalha... só dá aulas, não é verdade? E
estou disposto a pagar pra você! – fiquei puto, mas não arrisquei agredir o
prefeito... – Que tal R$ 500,00? Por hora? – Não respondi, o valor era muito
bom, mas não estava disposto a passar pelos assédios da filha e pela ignorância
do pai... – Ok, R$ 1000,00 a hora por duas horas por dia, 2 vezes na semana?
São R$ 8000,00 por mês... – Até a coordenadora se assustou com o valor, era
mais que o quádruplo do que eu ganhava naquela escola, a própria coordenadora
me olhava dizendo com gestos ACEITA!!!
- Ok, feito! – aceitei pensando na grana.
Como um furacão o prefeito apertou a minha mão e saiu da
escola, a coordenadora deu um largo sorriso de alívio e eu fui dar as aulas
daquele dia.
Na semana seguinte fui avisado pela diretora que eu daria as
aulas particulares toda segunda e quarta, começando naquela semana, nas janelas
eu preparei a aula e meu psicológico para aturar a aluna e para reencontrar a
mãe. Na saída, havia um motorista me aguardando na porta com uma placa que
dizia “professor de história”, me apresentei e entrei no carro, fui prontamente
recebido pela aluna que fez questão de pular em mim se esfregando no meu corpo
e “sem querer” deslizando a mão pelo meu pau, a menina me encheu de beijos
enquanto eu tentava afastá-la de mim, o motorista ficou olhando para a recepção
da aluna com olhos de reprovação, a menina percebeu e se sentou um pouco mais
afastada de mim...
Durante todo o caminho ela não parava de falar, parecia
excitada com a minha presença no carro, pelo menos tomava cuidado para que o
motorista não desconfiasse de nada, não demorou muito até ela começar a me
provocar, ela se ajustou bem atrás do banco do motorista e começou alisar a
buceta, fazia isso enquanto falava comigo sobre futilidades, fingindo olhar
pela janela, como era gostosa aquela menina, mesmo que tentasse afastar os
pensamentos eróticos meu pau ficou duro feito uma pedra, a menina esfregava sua
xana por debaixo da sua calça e deixava claro que colocava os dedos dentro da
buceta, quando estávamos próximos ela tirou a mão da calça e me mostrou os
dedos melados, os quais ela xupou logo antes de sair do carro.
Naquele momento só pensava comigo que aquilo não iria dar
certo, desci do carro desanimado, mas de pau duro. A mansão era espetacular, o
prefeito tinha um quarteirão inteiro no centro da cidade, piscina olímpica,
campo de futebol, quadra de tênis, a arquitetura lembrava a casa branca dos
Estados Unidos. Subi pela escadaria atrás da filha que rebolava seu lindo rabo
na minha frente, e no final da escada estava ela, a mãe, linda, igual a filha
só que mais cavala, pele bronzeada, cabelos negros lisos até a cintura, um
decote maravilhoso e um rabo que eu sabia que era delicioso... a filha subiu as
escadas e deu um beijo na mãe que me olhava atentamente, por mais que a mãe
tentasse me tratar com desdém percebi logo de cara o desejo nos seus olhos, a
primeira olhada que ela deu foi direto no meu pau, que estava duro por causa da
filha.
- Boa tarde... – Cumprimentei.
- Boa tarde Se... digo professor, a governanta vai te levar
até o quarto que foi preparado para a aula, a minha filha vai tomar banho e o
senhor pode aguardar lá, a governanta vai te guiar... – Disse a mãe meio
tremula...
- Até mais professor... – a menina não havia percebido as
falhas na voz da mãe e antes de sair me deu uma piscadela e uma mordida nos
lábios...
A mãe virou-se sem se despedir mostrando aquele delicioso
rabo pra mim, mãe e filha rebolavam tão deliciosamente que fiquei hipnotizado
por uns segundos, até que a governanta me chamou a atenção, uma senhora de
cabelos brancos e magra, muito simpática foi conversando comigo até o quarto,
como aquela casa tinha quarto, me ofereceu várias coisas desde café à uísque,
aceitei o segundo.
A “sala” na verdade era um quarto mal adaptado, a cama havia
sido empurrada para um canto, uma mesa havia sido colocada em frente a uma
lousa branca com canetões, mesmo assim o quarto continuava maior que meu
apartamento...
Preparei as coisas e aguardei, não demorou muito e a aluna
chegou na sala, ela estava com um vestido de tubo curtíssimo que mostrava muito
bem as pernas deliciosas faltando pouco para aparecer a xana. O vestido de
piriguete ainda dava à aluna um belo decote. Dava para perceber que a menina
estava sem sutiã e sua excitação, ela tinha certeza de que iria transar comigo naquele
quarto.
- Oi professor... – ela disse tentando impor uma voz
sensual, entrou na sala e sentou cruzando divinamente as pernas, nem se
preocupou em trazer material... – Estou pronta para receber o que o senhor
desejar... – como ela estava tesuda, meu pau ficou duro na hora...
- O... oi... – engasguei-me – cadê o material? – não ia
dar... eu ia ter que comer a filha, já estava me acostumando com a ideia,
enfiar meu pau na buceta apertadinha da ninfeta, aproveitaria, iria usá-la de
uma forma que ela iria se arrepender... ou adorar... eu estava avançando,
indeciso me aproximei da ninfa, foi quando...
- Uhumm! – a mãe apareceu dando um pigarro na porta, estava
vestida de maneira simples, um legging que mostrava bem o contorno das pernas
malhadas e um cameltoe delicioso – se importa se eu acompanhar a aula? – A
filha parecia não acreditar, deu para ver o ódio nos olhos da menina – E o que
é isso minha filha!!! Vai já buscar o material e colocar alguma coisa descente
para estudar!!! – a aluna obedeceu a mãe, levantou-se e foi para seu quarto.
Fiquei aliviado com a chegada da mãe, mas com certeza o
clima não ficou melhor do que estava antes, ambos estavam extremamente
desconfortáveis e tímidos, tentei iniciar uma conversa.
- Oi, como tem passado...?
- Bem... e você?
- Bem... – meu lado dominador falou mais alto, foi quase
instantâneo... – mas não te autorizei a me chamar de você... – a mãe me olhou
incrédula, não sei exatamente o que ela pensou, mas a filha chegou e não
tivemos condições de continuar a conversa.
Dessa vez a menina estava tão comportada quanto a mãe, ou
seja, não tão bem-comportada assim, a filha veio com uma camisa branca muito
decotada que mostrava os seios e seus bicos rosados por debaixo da camisa. A
legging da aluna era branca, o que mostrava o cameltoe e a escolha de depilação
da xana da garota.
Apesar das delícias que estavam na minha frente me
concentrei e passei o reforço da matéria para a menina, passei uns exercícios e
uma pesquisa para próxima aula e comecei a arrumar as coisas para ir embora...
- Não professor, fica! – e aluna pediu... – acho que estou
com uma dúvida... – a menina começou a perguntar coisas básicas que respondi
com paciência, mas não dei conta do avançado da hora. Era a intenção dela...
Pedi para aluna anotar o restante das dúvidas e me entregar na próxima aula,
mas ela retrucou com uma situação inegável... – Mas professor... essa hora a
escola está fechada e o senhor deixou o carro no estacionamento não foi... – de
fato, eu não iria conseguir o carro de volta, podia voltar de ônibus, mas com a
passagem à R$ 4,00 e intervalos de 40min não me animei para voltar.
- Não tem problema professor, o Senhor pode dormir aqui
hoje, o que não nos falta são quartos vazios... – a mãe interveio, o sorriso da
aluna se estampou de um lado ao outro da face, a mãe mantinha neutralidade.
Decidi ficar, o mesmo quarto foi arranjado para que eu
dormisse, jantei com a família, a menina e o pai não paravam de falar, a mãe
ficou em silencio e eu respondia somente o necessário. Depois de um jantar bem
servido fomos cada um para seus aposentos.
Como eu estava cansado não demorei muito para dormir.
Acordei rápido também, senti um calor me abraçar durante a noite, alguém
parecia estar deitando comigo, logo imaginei que era a aluna, pulei da cama
rapidamente e acendi a luz. Não fiquei surpreso ao ver que era a mãe.
- Caralho! Que susto! Cadela!
- Desculpa Senhor, não foi minha intenção...
- Você está louca vadia! O que você está fazendo no meu
quarto?
- É que... – ela olhava tímida para os cantos da sala, o
jeito dela me fazia querer beijá-la – não resisti Senhor, desde que te vi quis
ficar com você... não resisti... quer saber! Vou embora! – Segurei a mulher
pelo braço e puxei o corpo dela contra o meu, o beijo foi instantâneo, já
conhecíamos o caminho do corpo um do outro. A puta estava vestida com uma
camisola preta e transparente, uma lingerie preta com rendas e um fio dental
delicioso. A puta estava preparada para fuder. Segurei ela pelos cabelos e
puxei a cabeça dela para trás, desci os lábios pelo pescoço da safada que a
esta altura já gemia de tesão. Logo ela colocou a mão em meu pau sobre a calça
e começou a alisar meu pau. Deixei por um tempo, meu pau estava duríssimo, mas
minha vontade de “brincar” foi maior.
- Mãos para trás!
Vamos cadela mãos para trás! – Soltei a cintura dela e o cabelo, cruzei o braço
e me afastei, ela hesitou por um momento, mas obedeceu, andei em volta dela
como se estivesse avaliando o produto, ela me acompanhava com os olhos – Olha
pra frente! - ela obedeceu sem
perguntar, mas claramente curiosa. Peguei os braços dela e reposicionei nas
costas simulando como se estivessem amarrados... – Deixa eu ver como está o meu
objeto... – Alisei a bunda dela e dei um
tapa alto para receber em troca um gemido, ela estava entrando no jogo também.
Parei na frente dela e a observei – Pelo menos suas roupas mostram quem você é,
uma verdadeira puta barata... – Esperei uns segundos e segurei ela firme no
rosto – Eu te fiz um elogio qual é a resposta cadela!
- Si... digo... obrigada Senhor...
- Assim é melhor... Onde está o corno vagabunda?
- Está dormindo Senhor...
- Caralho! Como você é vagabunda! Ainda não acredito que
você o beijou com minha porra na boca (ver dominando mãe da aluna II – A
eleição...), o corno é um bosta mesmo... aposto que ele não fode com você...
estou errado?
- Ele fode comigo Senhor, mas...
- Mas...
- Ele só quer papai e mamãe e logo depois que ele goza ele
vira para o lado e dorme, sem querer saber se eu gozei ou não... – o olhar na
cara dela era de revolta...
- Ele está certo... – ela me olhou surpresa – Você sua puta
só serve para uma coisa... ser usada, abusada, é pra isso que você existe, uma
buceta gostosa, a diferença de mim pro corno é que ele não sabe te usar... eu
sei, ele não sabe quem você é, eu sei, ele não sabe do que você gosta, eu
sei... não é mesmo sua puta...
- Sim Senhor...
- Então para que você serve?
- Para ser usada Senhor...
- Por quem?
- Pelo Senhor meu Mestre... – Quando ela respondeu aquilo eu
senti uma enorme satisfação, em pouco tempo ela já sabia se portar como uma
verdadeira submissa.
- Isso cadela, você aprendeu rápido, seu Mestre está com
orgulho de você... – ela sorriu.
- Obrigada Senhor...
Eu estava realmente muito orgulhoso dela, e a submissão dela
me deixou com mais tesão. Mandei ela tirar a roupa fazendo um strip-tease pra
mim, sentei na cama e ela me mostrava o que era sensualidade, rebolava com suas
curvas perfeitas mostrando imenso prazer em fazer aquilo. Antes que ela tirasse
a calcinha (adoro fio dental) pedi pra que ela ficasse de novo com as mãos para
trás e de joelhos. Levantei e fiquei de frente pra ela...
- Vou deixar você fazer um pedido cadela, o que você quer?
- O pau do meu Senhor...
- Então pega... – esfreguei meu pau na cara dela, mas ainda
estava de calças, ela descruzou os braços e levou as mãos até minha pica – Não!
Sem as mãos! Coloca pra trás de novo. – ela obedeceu, colocou a boca no meu pau
e baixou o zíper da calça jeans com os dentes, como eu já estava sem sinto ela
puxou um pouco a calça que caiu aos meus pés, depois foi só puxar minha cueca
com os dentes. Meu pau estava tão duro que ao sair da cueca ele bateu na cara
dela, logo ela abocanhou o meu pau, um boquete profissional, eu sentia a saliva
dela escorrer pelo pênis, pensando em saliva forcei a cabeça dela contra meu
pau de forma que meu pau chegasse na garganta dela, a boca dela explodiu de
saliva enquanto ela engasgava e logo voltava ao serviço. Acho que o que eu mais
gostava na boca dela era a baba que ela deixava escorrer, tirei o meu pau
babado e comecei a dar uma surra de pica na cara dela, aquilo me deixava com
mais tesão, a língua para fora com o olhar de cachorro pidão como quem pedia
mais pica e porra. Mandei ela levantar e sentar na cama, abri as pernas delas e
senti o gosto daquela buceta molhada, colocava minha língua dentro dela, ela se
contorcia de tesão, gemia feito uma puta no cio, minha língua circulava por
toda a região daquela vagina deliciosa e raspadinha, coloquei meu dedo médio na
buceta dela e lambi seu grelho com vontade, as vezes chupava seus lábios
vaginais até estalarem a cada estalada um pequeno grito. A vontade dela era
espetacular, queria ser fodida de qualquer jeito a vadia, sentir um pau grosso
naquela buceta. Ordenei que ela ficasse d4 na cama e fui prontamente atendido.
– Abre o cu cadela! – Ela afastou com as duas mãos o cu deixando-o bem a
mostra... – O corno fode ele?
- Não Senhor, ele lhe pertence...
- Bom... – como eu não tinha nenhum material SM comigo fui
improvisando, enchi a mão e espanquei a bunda dela, a cada estalada alta que
minha mão dava parecia que a buceta dela iria estourar de tesão, seu líquido
escorria livremente até que depois de mais um tapa o corpo dela tremeu e ela
desfaleceu na cama – Você gozou cadela...
- Aham...
- Não foi uma pergunta estúpida! Como você se atreve a gozar
antes de mim!
- Me desculpa... Senhor...
Fiquei tão irritado que puxei ela pelos cabelos com
agressividade e forcei ela a ficar de joelhos sobre a cama...
- Agora vai ter que receber punição sua puta do caralho! –
peguei os bicos dos seios dela que ainda estavam duros e puxei com força o
grito dela era um misto de dor com prazer, mandei ela colocar os braços para
trás e comecei a dar tapas nos seios da puta, ela submissa me permitia, mas
dava pra ver o quão sensível eram aqueles bicos... puxando ela pelos seios
puxei ela para fora da cama, virei ela e joguei ela e deitei ela na cama de
novo desse vez com bunda arrebitada pra mim, afastei a calcinha e meti sem
dó... Meu pau finalmente havia encontrado o interior da buceta dessa vagabunda,
comecei com movimentos fortes enquanto puxava ela pelos braços para aumentar a
pressão com a qual eu metia na buceta dela. Ela rebolava na minha pica feito
uma puta profissional, enquanto metia falava gentilezas para ela...
- Sua Puta! Vagabunda! Não pode gozar antes do Mestre sua
cadela vadia de meio real! Quer que eu te foda como o corno idiota não te fode?
Então toma cadela, rabuda piranha, vou te ensinar a ser uma minha puta! E
minhas putas têm que ser vagabundas!!!
- Sim Senhor... Ensina essa puta!!!
Gozei dentro da buceta dela, após ter gozado eu gelei,
pensei comigo... fudeu... ela logo percebeu e disse:
- Relaxa Senhor eu tomo anticoncepcional...
Fiquei aliviado, relaxamos e a tensão sexual diminuiu.
Olhamos um para o outro e nos beijamos, com tesão o suficiente para meu pau
endurecer novamente, segurei ela firme
pela cintura enquanto roçava meu pau na buceta dela ela já estava
ficando molhada novamente, porém de repente alguém do lado de fora tentou abrir
a porta... fiquei imóvel, ela já foi mais rápida começou a recolher as roupas
do chão... o barulho de chave na porta e a porta se abre... Era a filha
entrando no meu quarto...
- Oi profes...sor. – Ela reparou que eu estava nu, seus
olhos logo se fixaram no meu pau, ela parecia hipnotizada por ele... – caramba
não sabia que era tão grande... (não era, meu pau é grosso, com um comprimento
pouco acima da média) que delícia... – ela mordeu os lábios e veio caminhando
na minha direção... ela estava usando o vestido que havia colocado mais cedo,
olhei para trás achando estranho, mas a mãe da menina não estava lá... fiquei
curioso e sem perceber a menina me alcançou pegando direto no meu pau, quando
ela estava para ajoelhar e me chupar ela ouviu um barulho em baixo da cama... –
ouviu isso?
- Ouvi... tem uma barata grande embaixo da cama que estou
tentando matar...
- Ai! – a aluna saiu do quarto correndo e da porta gritava –
mata! mata!
- Vou fechar a porta pra ela não voar em você...
- Tá!
Fechei a porta e a mãe saiu de baixo da cama...
- Vou sair pela varanda – falou baixinho – você deixa ela
entrar, depois eu bato no quarto procurando por ela...
Eu nem tinha reparado que o quarto tinha varanda, a varanda
tinha uma sacada única que dava acesso a todos os quartos, abria a porta e a
aluna entrou desconfiada olhando para debaixo da cama...
- Matou?
- Matei...
- Ufa... Agora você é meu, professor... – Ela me empurrou na
cama e colocou as pernas de fora mostrando que estava sem calcinha, me deu
vontade de chupá-la, mas...
- Filha! – A menina levantou num pulo, eu coloquei minha
calça e minha camisa e abri a porta... – O que você está fazendo ai!? – A mãe
havia colocado um roupão... – Deixa o seu professor dormir...
- Eu... vim tirar umas dúvidas...
- Está bom, agora vai dormir e deixa seu professor em paz...
A aluna me deu um beijo de boa noite e uma piscadela e saiu
do quarto sem perceber que a mãe ficou um pouco mais, ela me deu um selinho e
disse no meu ouvido: - Boa noite Mestre... – e saiu.
Eu só conseguia pensar comigo mesmo... como aquele semestre
seria difícil... e delicioso...

Comentários
Postar um comentário